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Mudar de carreira: 6 motivos para continuar na área de educação

Mudar de carreira: 6 motivos para continuar na área de educação

Ser professor no Brasil é um desafio permanente, mas mudar de carreira pode não ser a solução mais assertiva. Ainda que a violência dentro e fora da escola intimide os profissionais, que o desinteresse dos alunos cresça e os salários continuem abaixo do esperado pela categoria, os educadores só têm a contribuir.

Por outro lado, é sabido também que não se constrói uma sociedade sem educação. O novo mercado de trabalho, ansioso por profissionais empreendedores, autônomos, com visão crítica do mercado e um olhar diferenciado para a sustentabilidade, provoca maneiras diferentes de ensinar.

Por isso, o educador, em vez de pensar em mudar de carreira, pode e deve se aperfeiçoar, buscar alternativas que o ajudem a se readaptar à realidade e estimular a criatividade em sala de aula, tornando o ambiente mais interessante e valorizando o processo de ensino e aprendizagem.

Veja agora mesmo 6 motivos para não abandonar a carreira!

1. É a base das profissões

Como já dissemos, o professor é a base de todas as outras. Ainda na infância, no maternal ou na educação infantil, as “tias” são as primeiras profissionais que temos contato. Com elas aprendemos as primeiras palavras e iniciamos a vida em sociedade.

2. Abre portas

Por incrível que pareça, faltam professores no Brasil, especialmente na educação infantil. Falta também gente qualificada para assumir cargos de coordenação e de direção nas escolas públicas e particulares. Ou seja, a carreira continua promissora a curto e médio prazo.

Quem se qualifica, cursando uma especialização, por exemplo, tem grandes chances de dar uma guinada na carreira. Permite assumir cargos mais altos em uma escola, aumento salarial, a somar pontos em concursos públicos, além de tornar o profissional apto a desenvolver projetos em outras instituições e em empresas privadas, por exemplo.

3. Há flexibilidade de horário

Na função específica de professor é possível trabalhar com horários mais flexíveis, conciliar aulas em períodos e até escolas diferentes. Caso surja um tempo livre, vale investir em cursos de qualificação ou até realizar outras atividades, como estudar uma língua ou praticar exercícios físicos.

4. Compartilha conhecimento

O educador continua sendo protagonista em sala de aula e a peça-chave na formação de uma pessoa, seja a base da infância ou quando prepara alguém para o mercado de trabalho.

Se o ambiente profissional não favorece, que tal pensar fora da caixa? Especialistas sugerem, por exemplo, ajustar o plano de aula conforme as necessidades da turma e apostar em tecnologias para complementar as aulas.

Como já dizia a poetisa Cora Coralina: “feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”.

5. Inspira alunos

Muitos professores dizem que não tem coisa melhor que ouvir de um aluno: “suas aulas me inspiraram a seguir carreira”. Ser espelho de alguém é gratificante, pois é o resultado de horas de estudos dedicados como educador, preparando aulas e ensinando o que se sabe.

6. Está sempre atualizado

Dificilmente um docente fica alheio às novidades. Desafiadora, a profissão exige pessoas informadas, antenadas à realidade do mercado, sua área de atuação e que busquem novas referências, além de acompanhar tendências, mudanças no comportamento das pessoas e atualizações nas políticas públicas.

Para você, professor, a gente sabe: a jornada é árdua e o caminho longo. E mudar de carreira nem sempre é fácil como parece. Há muito o que melhorar no ensino brasileiro. Tenha em mente que você é o protagonista nesta história e capaz de enxergar perspectivas que podem mudar muitas realidades.

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